Exaltando o Pavilhão

com Thais e Max

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Hoje vamos falar com um o casal que é pura emoção por onde passam. Ela começou ainda criança brincando e girando com uma vassoura, com o sonho de ser porta-bandeira. Ele veio como “malandro” mas com grande desejo de se tornar mestre-sala. vamos falar com o primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira da Unidos de Jucutuquara, Max e Thais.

Patrick (Viva Samba) – Max como foi realizar esse sonho de se tornar mestre-sala na Unidos de Jucutuquara?

Max (Mestre-Sala) – Ainda estou realizando, cada apresentação é como se fosse a primeira, frio na barriga, ansiedade e o peso de conduzir um pavilhão com tanta história e tradição.

Patrick (Viva Samba) – Vocês têm buscado conhecimento e técnica, até em outros estados. Como está a preparação para esse carnaval?

Max (Mestre-Sala) – Graças a Deus temos bastante pessoas ao nosso redor, que têm muito carinho e cuidado pela gente. Estamos no projeto Associação Coletivo do Samba com o grande Mestre Dionizio, que tem nos dado muito apoio e dicas para o nosso crescimento, junto com a agremiação que tem investido no casal. Nossa preparação está sendo de muitos ensaios bem puxado para uma melhor desenvoltura na avenida.

Patrick (Viva Samba) – Vocês já fizeram belos desfiles juntos com o pavilhão da coruja. Como é assumir essa responsabilidade de primeiro casal?

Max (Mestre-Sala) – Mesmo como segundo tínhamos uma responsabilidade muito grande pois temos que ser iguais ao primeiro casal, porque não sabemos o que pode acontecer, mas estamos trabalhando para conduzir com muito amor e carinho, para que não seja pesado e deixe de ser prazeroso.

Patrick (Viva Samba) – Max o casal têm se apresentado muito confiante e entrosado, como tem sido essa evolução ao lado da Thais?

Max (Mestre-Sala) – É um prazer dançar com a Thais, apesar de muito nova, ela tem uma bagagem muito grande de avenida, então o entrosamento fica fácil, apenas nos olhamos e tudo acontece.

Patrick (Viva Samba) – Thais, você começou muito nova e hoje tem uma grande experiência. Mas conta um pouco pra gente como foi esse desejo de ser porta-bandeira.

Thais (Porta-Bandeira) – Desde os meus 3 anos de idade já pegava o cabo de vassoura e falava que queria  ser porta-bandeira, sempre lutei por esse sonho, comecei na Novo Império, ficava sempre admirada com as outras porta-bandeiras, e queria sempre seguir o mesmo caminho.

Patrick (Viva Samba) – Quais porta-bandeiras foram sua inspiração na época?

Thais (Porta-Bandeira) – Renatinha, que hoje é da Eucalipto e Andressa Leal.

Patrick (Viva Samba) – Thais, você tem grande admiração pela dança clássica. Como isso tem ajudado em sua evolução como porta-bandeira?

Thais (Porta-Bandeira) – Depois que me tornei porta-bandeira, tinha outro sonho, que era ser bailarina, então esse ano realizei. Sou bailarina da Lenira Borges. Isso me ajudou muito a melhorar postura e quanto a elegância e gestos de braços.

Patrick (Viva Samba) – Em suas apresentações tanto de avenida como de quadra, vimos muita energia nesse casal. O que o folião capixaba pode esperar para esse desfile de 2018?

Max (Mestre-Sala) – Pode esperar mais energia, sintonia e empolgação. Tudo está sendo pensado para fazer o melhor na avenida por nossa escola.

Thais (Porta Bandeira) – Eu como primeira porta-bandeira vou fazer o melhor para minha escola, porque assinei esse contrato e eles estão confiando em mim e eu creio que eu e Max vamos orgulhar nossa jucutuquara!

Para aqueles que sonham em ser mestre-sala ou porta-bandeira.

Nunca é tarde para recomeçar… Sonhos são realizados… Ore, espere e confie… Nunca desistam!

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